Mostrando postagens com marcador fortran cunho científico. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador fortran cunho científico. Mostrar todas as postagens

domingo, 4 de abril de 2010

COMO MODIFICAR ALGO QUE JÁ FOI ESCRITO NA TELA - MOSTRAR PORCENTAGEM DE PROCESSAMENTO...

"Modificar" algo que foi escrito na tela não é algo difícil. Neste post mostra-se como fazer isso em Windows, utilizando o Compaq Visual Fortran 6.6. O procedimento deve ser semelhante para outros compiladores e outros sistemas operacionais.
Basta declarar uso da biblioteca que permite manipular a saída padrão (Standard Output) obter o handle (identificador) da mesma, posicionar o cursor no local que se deseja modificar o que foi escrito, e escrever o que quiser.
Em outras palavras...

PROGRAM MAIN

USE DFLIB !PARA PODER UTILIZAR A FUNÇÃO SLEEP
USE DFWIN !PARA TER ACESSO ÀS FUNÇÕES RELACIONADAS AO CONSOLE
INTEGER :: I, HANDLE1 !UM INTEIRO PARA A PORCENTAGEM,
!OUTRO PARA O IDENTIFICADOR
TYPE(T_COORD) WPOS1 !PARA ARMAZENAR A POSIÇÃO
LOGICAL LSTAT1

!OBTENDO O IDENTIFICADOR DA SAÍDA PADRÃO
HANDLE1 = GETSTDHANDLE(STD_OUTPUT_HANDLE)

! POSIÇÃO ONDE SE VAI ESCREVER
WPOS1.X = 0 ! 0 CARACTERES PARA A ESQUERDA
WPOS1.Y = 0 ! 0 LINHAS PARA BAIXO

DO I=1,100
!POSICIONANDO
LSTAT1 = SETCONSOLECURSORPOSITION(HANDLE1, WPOS1)
!ESCREVENDO
WRITE(*,*) I,'%'
!ESPERANDO
CALL SLEEPQQ(200)
END DO

END PROGRAM MAIN

segunda-feira, 22 de março de 2010

Comparação: MATMUL versus DGEMM (Multiplicação de Matrizes)

Neste post é feita uma comparação de tempo de processamento (utilizando a função CPU_TIME) entre multiplicações de matrizes quadradas utilizando a função intrínseca MATMUL e a subrotina DGEMM da biblioteca IMSL.

Os dois casos explicados a seguir foram feitos para TAM = 1000, ou seja, para matrizes de tamanho 1000 x 1000.

PRIMEIRO CASO
Para o primeiro caso, as matrizes a serem multiplicadas (A*B) são definidas como:
DO i=1,TAM
DO j=1,TAM
A(i,j) = i + j
B(i,j) = i + j
END DO
END DO

SEGUNDO CASO
Para o segundo caso, as matrizes a serem multiplicadas (A*B) são definidas como:
DO i=1,TAM
DO j=1,TAM
A(i,j) = i - j
B(i,j) = i + j
END DO
END DO



RESULTADOS


Os resultados estão resumidos no seguinte gráfico:



Para os dois casos estudados, MATMUL foi cerca de 5 vezes mais lento que DGEMM.

CONCLUSÕES


Caso você tenha acesso à biblioteca IMSL, vale a pena gastar um pouco de tempo substituindo a função MATMUL pela DGEMM em todos os seus programas que utilizem multiplicação de matrizes.


Caso não tenha acesso a esta biblioteca, vale a pena ver se há outra subrotina que você possa utilizar no lugar da MATMUL e fazer uma breve comparação entre elas.



domingo, 21 de março de 2010

Comparação (de velocidade de processamento): mesclando código .FOR + .F90, usando ou não subrotinas (funções)...

O QUE É COMPARADO?

Neste post são comparados alguns resultados (de tempo de processamento) para a realização de um conjunto determinado de operações, englobando os casos a seguir. Todos os exemplos foram desenvolvidos utilizando o Compaq Visual Fortran 6.6.


1. F90
O código é todo escrito em Fortran 90. São feitos dois arquivos, MAIN.F90 e FUNC.F90. O programa MAIN chama a função presente em FUNC.F90 um total de NUM_ITE vezes, e repete o procedimento um total de NUM_REPETICOES vezes, obtendo a média do tempo de processamento.


2. F90 + FOR
Semelhante ao caso .F90, sendo que o arquivo MAIN é um .F90, e o arquivo FUNC é um .FOR (formato fixo).


3. F90 Direto
O arquivo FUNC deixa de existir, as operações são inseridas no arquivo MAIN diretamente. O código é todo escrito em F90.


4. FOR Direto
Semelhante ao F90 Direto, mas o código é todo escrito em formato fixo (.FOR).


5. F90 mesclado
Todo o código do arquivo FUNC é inserido após o fim do programa MAIN, de forma que se trabalha com uma subrotina (função) à parte, mas tanto o programa quanto a função ficam presentes no mesmo arquivo. Todo o código é escrito em formato livre (.F90).


6. FOR mesclado
Semelhante ao F90 mesclado, mas o código é escrito em formato fixo.





QUAIS SÃO AS OPERAÇÕES EFETUADAS?


Foram executados três exemplos com diferentes conjuntos de operações, para todos os casos NUM_REPETICOES = 3 (para efetuar a média de tempo de processamento).



PRIMEIRO CONJUNTO DE OPERAÇÕES
Y = X**2
Y = Y + 0.02D0
NUM_ITE = 1E9



SEGUNDO CONJUNTO DE OPERAÇÕES
Y = X**2
Y = Y + 0.02D0
Y = SQRT(Y)
Y = Y/2.25D0
NUM_ITE = 5E8



TERCEIRO CONJUNTO DE OPERAÇÕES
Y = X**2.2D0
Y = Y + 0.0225D0
Y = SQRT(Y)
Y = SIN(Y)
Y = Y/2.25673D0
Y = COS(Y)
NUM_ITE = 5E7






QUAIS FORAM OS RESULTADOS?



O tempo de processamento para cada caso é mostrado na figura abaixo.



CONCLUSÕES

Para os casos estudados:

1 - Mesclar códigos escritos em .FOR com códigos em .F90 não leva a grandes diferenças de custo computacional.

2 - Utilizar subrotinas (funções) em diferentes arquivos ou mescladas num mesmo arquivo não leva a grandes diferenças também.

3 - Efetuar as operações diretamente no código principal é mais rápido do que efetuar as operações em subrotinas (funções) à parte. No entanto, à medida que a complexidade das operações aumenta, o custo de chamada da função perde importância.

Portanto, para grandes problemas (com operações complexas) a clareza de código obtida utilizando subrotinas supera de longe o acréscimo de custo computacional.

4 - Para problemas mais complexos (conjunto de operações 3) todos os seis casos apresentaram praticamente o mesmo custo computacional.


-------------------- x ----------------------- x -----------------------

domingo, 13 de dezembro de 2009

MATLAB versus FORTRAN - 1 - somatório simples

Pretendo fazer algumas comparações entre MATLAB e FORTRAN, e este é o primeiro post com tal objetivo. Dois aspectos principais serão verificados: a quantidade de linhas do código fonte, que se relaciona com a facilidade de escrita na linguagem, e o tempo de processamento, que está diretamente vinculado ao tempo de execução. Como se sabe, o MATLAB, por ser uma linguagem interpretada (sem geração de código executável) tende a ser mais lento, no entanto, existem muitas facilidades no mesmo que diminuem o tempo de programação requerido.


No intuito de medir o tempo nos dois ambientes sem que haja muita diferença no método de medição, optou-se por utilizar as funções tic e toc, no MATLAB, e a função TIMEF() do FORTRAN (biblioteca DFPORT). A descrição destas funções é a seguinte:





O primeiro exemplo é um somatório simples, para i variando de 1 a 1 bilhão, conforme o código abaixo (em MATLAB):



j=0;
tic
for i=1:1000000000
j=j+1;
end
toc

O número de linhas do código fonte foi de 6 linhas para o MATLAB contra 10 linhas do FORTRAN (sem contar cabeçalho e finalização da função).



O tempo médio de execução para 10 repetições é mostrado a seguir:

Verificou-se que, para este exemplo, o MATLAB foi quase duas vezes mais lento que o FORTRAN.






segunda-feira, 6 de julho de 2009

Comparação - ACESSANDO MATRIZES... (RANK 2 ARRAYS)

Acho que muitos já devem saber (ou ter ouvido falar) que o fortran guarda matrizes na memória "coluna por coluna". Dessa forma, o acesso às mesmas deve ser feito também coluna por coluna, para maior velocidade de execução. O conceito de coluna varia um pouco quando se trabalha com matrizes de mais de duas dimensões, mas de uma forma geral os loops mais internos devem se referir à dimensão mais à esquerda da matriz.
Por exemplo, com uma matriz de três dimensões se teria:

!LOOP mais rápido
DO K=1,N3
DO J=1,N2
DO I=1,N1
A(I,J,K) = ...
END DO
END DO
END DO

Qualquer alteração da ordem desses LOOPs resulta num código mais lento.

Tomando-se o caso de duas dimensões apenas, qual seria a diferença de velocidade do loop mais rápido para o mais lento?

Na busca por respostas para essa pergunta, foi desenvolvido um pequeno projeto no Compaq Visual Fortran 6.6 ( 288Kb). Para uma matriz A de dimensão NxN, onde N=5000, foram rodados 20 vezes os códigos que permitiram colocar o valor de cada elemento da matriz como sendo
A(I,J) = A(I,J) + I**2 + J**2,
acessando linha por linha (mais lento) e coluna por coluna (mais rápido).
O tempo médio e o tempo médio relativo foram obtidos para comparação.
Os resultados foram os seguintes:

Ou seja, para este caso específico a diferença já mostrou ser muito grande. O acesso coluna por coluna chega a ser quase 5 vezes mais rápido que o acesso linha por linha. Um bom motivo para varrer seus códigos-fonte e excluir os loops coluna por coluna deles sempre que possível.

sexta-feira, 19 de junho de 2009

CONCLUSÃO da comparação - LOOPs (DO x DO WHILE x DO "INFINITO")

Após a exposição do caso (http://fortranbr.blogspot.com/2009/06/comparacao-loops-do-x-do-while-x-do.html) e a apresentação de um resultado, seguiu-se longa discussão na comunidade Fortran Brasil. O mesmo projeto foi testado com diferentes casos e diferentes compiladores. Agradecimentos ao pessoal que participou da discussão na comunidade, em especial ao Alexandre, que foi o "causador" da mesma.

ALGUMAS CONCLUSÕES...
O tipo de loop mais rápido varia com os códigos executados no loop e depende também do compilador. De qualquer forma, nos casos em que o DO WHILE foi melhor que os outros, os outros ficaram muito próximos. E no geral o loop do tipo DO foi o que se saiu melhor, pois ele é o mais rápido em alguns casos, e nas vezes que não é ainda assim fica bem próximo do melhor.

Esse loop seria definido genericamente por:
CASO 1 : LOOP DO
DO I=1,N
.
.
.
END DO

E seria "o mais rápido" dos três casos verificados.

quinta-feira, 18 de junho de 2009

Comparação - LOOPs (DO x DO WHILE x DO "INFINITO")

Efetuei uma pequena comparação entre Loops utilizando DO, DO WHILE e DO "INFINITO", baseada na afirmação de Francisco Franco, proprietário da comunidade do orkut Fortran Brasil [], de que o DO WHILE é mais lento que os outros dois.
Os Loops em estudo são definidos genericamente da seguinte forma, onde N é um inteiro:

CASO 1 : LOOP DO
DO I=1,N
.
.
.
END DO

CASO 2 : LOOP DO WHILE
DO WHILE (I<=N) .
.
.
I = I + 1
END DO

CASO 3 : LOOP DO "INFINITO"
LOOP1 : DO
.
.
.

I = I + 1
IF (I==N) EXIT LOOP1
END DO LOOP1

Os resultados INICIAIS encontrados, apresentados na tabela abaixo, confirmaram que o DO WHILE é mais lento que os outros loops acima mostrados.

A tabela mostra os valores obtidos para uma função qualquer, comprovando que a mesma coisa estava sendo calculada nos três casos. Foram feitos dois loops, um dentro do outro, com N=25000, ou seja, 625 milhões de cálculos da função (X = X + (-1**J)*X/N, onde J varia em um dos loops). Tomou-se um tempo relativo ao tempo do Loop Do "Infinito".
Constatou-se PARA ESTE N ESPECÍFICO que o caso 2 demora cerca de 2% a mais de tempo do que a referência, enquanto que o caso 3 leva cerca de 0,7%.

O estudo foi feito utilizando o Compaq Visual Fortran 6.6, e o projeto completo está disponível para download aqui (294Kb).

ATUALIZAÇÃO:
Este mesmo post gerou discussões e mais discussões na comunidade supracitada. Algumas conclusões podem ser vistas AQUI.

quinta-feira, 11 de junho de 2009

Otimização de códigos FORTRAN

Guia RÁPIDO de OTIMIZAÇÃO de códigos FORTRAN visando maior VELOCIDADE de execução...
Detalhes muito interessantes que encontrei no site da Pós Graduação em Engenharia Civil da UFRGS. Vale a pena dar uma lida:
http://www.cpgec.ufrgs.br/masuero/otimizacao/otimizacao.htm .

sexta-feira, 5 de junho de 2009

Como utilizar a Derivação automática? - EXEMPLO COMPLETO

Um exemplo de derivação automática com alguns comentários. O projeto COMPLETO, desenvolvido em Compaq Visual Fortran 6.6, pode ser baixado AQUI.
São três arquivos diferentes denominados no meu projeto como sendo: MAIN.F90, que contem o código PROGRAM TEST dado abaixo, FUNCOES.F90, que contem o módulo FUNCOES, também dado abaixo, e DERIV_CLASS.F90, o módulo de derivação cujo link está disponível no post Derivação Automática.

----------------- CÓDIGO PARA O MAIN.F90 ----------------------

PROGRAM TEST
USE DERIV_CLASS ! torna o módulo de derivação disponível
USE FUNCOES
INTEGER, PARAMETER :: TAM_X=3 !tamanho do vetor x
REAL*8 :: F_, X_(TAM_X), DF(TAM_X) !variáveis p/ armazenar valores de f, x e derivada
REAL*8 :: DDF(TAM_X * (TAM_X + 1) / 2) !variável p/ armazenar valor da 2a derivada
TYPE (FUNC) :: X(TAM_X), F !Para usar o módulo é preciso utilizar estes tipos

!Valores de X para os quais se deseja calcular a derivada
X_(1) = 1.0D0
X_(2) = 1.3D0
X_(3) = 1.8D0

! Zerando o valor da derivada até então
DF = 0.0D0
CALL DERIVATIVE(2) !declara a ordem da derivada - 2 indica 1a e 2a derivadas
! DECLARAR AS VARIÁVEIS INDEPENDENTES(X) E SEUS VALORES (X_)
CALL INDEPENDENT(1, X(1), X_(1)) !primeira variável independente
CALL INDEPENDENT(2, X(2), X_(2)) !segunda variável independente
CALL INDEPENDENT(3, X(3), X_(3)) !terceira variável independente
F = F1(X,TAM_X) !definindo q a função é calculada pela função f1, presente no módulo funcoes

!Extraindo valores das derivadas e mostrando os mesmo na tela.
CALL EXTRACT(F, DF, DDF)
WRITE(*, *) 'DF',DF
WRITE(*, *) 'DDF',DDF

END PROGRAM TEST


----------------- CÓDIGO PARA O MÓDULO FUNCOES ----------------------

MODULE FUNCOES

USE DERIV_CLASS

CONTAINS

FUNCTION F1(X,TAM_X) RESULT(Y)
INTEGER :: TAM_X
TYPE (FUNC) :: X(TAM_X), Y

!AQUI PODE SER ESCRITA QUALQUER FUNÇÃO DE X(TAM_X)
Y = 2*X(1)**2 + X(2)**3 + COS(X(3))

END FUNCTION

END MODULE FUNCOES


-------------------------MUITO IMPORTANTE -----------------------------------
----------------- ALTERAÇÃO NO MÓDULO DERIV_CLASS ----------------------
MODULE deriv_class IMPLICIT NONE
PRIVATE
INTEGER, PARAMETER :: n = 3 ! <<< AQUI precisa-se colocar o valor de tam_x

------------------------------------------------------------------------------------

Como o código é aberto, podem ser feitas as alterações que o usuário achar necessário. Por exemplo, pode-se colocar o parâmetro n do módulo Deriv_class em função do TAM_X já declarado anteriormente.

Até mais.

quarta-feira, 3 de junho de 2009

Derivação automática

Qual a melhor forma para derivar uma função? Pensando sobre essa questão, a primeira referência que me veio à cabeça foi a das notas de aula da disciplina de Metódos Numéricos (ou no link em memória cache do google), acredito que seja da Pós-Graduação, do departamento de engenharia química da UFRGS. Infelizmente não sei quem foi que escreveu a apostila.

A solução que mais me chamou a atenção foi a da Derivação automática. Pelas razões encontradas na tabela das notas de aula:

e pela existência de um código fonte disponível para FORTRAN que efetua tal operação.
Trata-se do AUTO_DERIV, desenvolvido por S. Stamatiadis, R. Prosmiti e S. C. Farantos, da "University of Crete" (Grécia) e do "Institute of Electronic Structure and Laser Foundation for Research and Technology - Hellas".

O código permite calcular a primeira e a segunda derivadas parciais de qualquer função contínua com muitas variáveis independentes. Além disso, a função a ser derivada pode depender de outras várias subrotinas ou funções escritas em linguagem Fortran 90 ou 77.
Um artigo completo sobre o código fonte está disponível.

O código fonte (+ exemplos) pode ser baixado direto por este link retirado deste site, ou pelo site http://cpc.cs.qub.ac.uk/summaries/ADLS, que parece estar fora do ar por algum tempo.

Qualquer dúvida sobre a utilização do programa pode ser colocada em comentários aqui ou na comunidade do orkut: Fortran 90/95/2003 BR.
Até mais.


sexta-feira, 29 de maio de 2009

PARSER - avaliador de Expressões - f(x) = sin(x) + x**2 ... automaticamente.

Um avaliador de expressões, como o próprio nome já diz, permite avaliar expressões diretamente, sem ser necessário criar uma função para efetuar tal avaliação. É possível, por exemplo, determinar o valor de uma função qualquer dada pelo usuário durante a execução de um programa (a função é armazenada em uma string), ou ler funções de um bloco de texto, interpretá-las e retornar o valor da função para determinados valores das variáveis da mesma.


Aqui trago a referência para um PARSER BRASILEIRO GRATUITO, que já utilizei em alguns trabalhos e que, segundo testes dos autores, apresenta desempenho melhor que outros PARSERs gratuitos existentes (um australiano e um alemão).

O PARSER foi desenvolvido por professores e alunos da Universidade Federal de Campina Grande e do ITA (Instituto Tecnológico da Aeronáutica), conforme pode ser visto no artigo
publicado no Science & Engineering Journal de 2005.

Mais detalhes sobre o PARSER e DOWNLOAD GRATUITO do mesmo podem ser encontrados em
Download direto do código fonte AQUI.